[Aline, do Sobre todas as coisas] [ Antonia, do Inveja de gato] [ Arnaldo Branco, do Mau Humor ] [César, do Clínica Tobias] [ Claudinha, do Lameblogadas] [Claudio Jorge, do Nas rodas...] [ Chris, do Contexto da descoberta] [ Chris Pessoa] [Felipe K., do La vie en blues] [ Flávia, do Insustentável] [Flávio, do Balcão de idéias] [ Fred, do É o Brasil] [Galera do Bolsa Escola] [ Gui, do Perto do coração...] [ Henrique, do Bagunçando o coreto] [ Henrique, do Fullbag] [ Kamille, do Samba e amor] [ Juli, do Melodia Infinita] [ Luis Filipe, do Seremos Felizes] [ Mariana, Filha do rei] [ Pepe Legal, do Mascavinhas] [ Mara, do Caderno Branco] [ Mariana Blanc, Cartas de Hades] [ Marcelo, do Pentimento] [ Marco, do Samba Carioca] [ Maria Cristina, do Caminhante] [ Michelle, do Palavras pelo mundo] [ Nei Lopes, do Meu lote] [ Nininho, do Samba Meu] [ Patrícia, do Ca comigo] [ Rafa, do Na cara do gol] [ Rogério, do Samba Riscado] [ Ronize, do Palavra e tal] [ Silvio, do Moidsch] [ Tuninha, do Branca por cruza] [ Vicente, do Preto, pobre e suburbano] [ Zé, do Sexo, cachaça e samba&choro] [ Zé, do Sovaco de cobra]
c o n t a t o |...

Sexta-feira, Maio 26

Não gosto de doce...

O show do Pedrinho em Brasília eu perdi. A cama do hotel me chamando venceu. Só não perdi a sessão de piadas, que já valeu a ida antecipada à Brasília.



Saramago

Este trecho do livro do Saramago, que estou lendo, tem uma palavra que me é especial. Embora seja incomum, nos deparamos com ela seguidas vezes. Isto deve dizer alguma coisa...


Quinta-feira, Maio 25

roda-gigante

Fui hipnoticamente passear numa roda-gigante dum parque de quinta categoria no meio do sertão. Brabeira foi convencer as crianças desconhecidas a não rodar a nossa "casinha".




Quinta-feira, Maio 18

SEMPRE
Um 'cado emocionante escutar o Francisco contando a nossa história num disco. Imagina, um dia ele caminhando pelo Leblon, encontrou com o amigo, que perguntou como andava o coração. Certamente colhia fábulas cotidianas para compor uma nova canção de amor. O prazo para entregar o disco para a gravadora já estava apertado. Contou ao amigo sobre uma menina que costumava observar, no samba, ou por uma brecha num evento literário, sempre que pudesse. "Como um gato a sua dona", disse. O amigo colheu o cacófato e transformou em verso. Taí. A nossa história.

Sempre
Eu te contemplava sempre
Feito um gato aos pés da dona
Mesmo em sonho estive atento
Para poder lembrar-te sempre
Como olhando o firmamento
Vejo estrelas que já foram
Noite afora para sempre

O teu corpo em movimento
Os teus lábios em flagrante
O teu riso, o teu silêncio
Serão meus ainda e sempre

Dura a vida alguns instantes
Porém mais do que bastantes
Quando cada instante é sempre

(Chico Buarque)

* * *
ps: Eu e o Francisco já estamos em nosso inferno astral.



Zig e Onofre
Fiquei dois dias sem escrever aqui, pois nada narrável aconteceu. Bem, exceto eu(graças a Zig) ter ganhado a corrida de lagartixa na parede. As nossas noites de frio são assim: ficamos em casa, debaixo do edredom, e disputamos corrida de lagartixa. Se a Zig chega primeiro perto do teto, eu venço. Mas se o Onofre chega primeiro, ele vence. É divertido! Quem perde faz o chocolate quente!


Terça-feira, Maio 16

TOC ritmada


Ó céus! Orlandivo é a solução para acabar com todas as TOC, ToC, ToC, toc disritmadas da vida. Outro dia eu estava em uma reunião em Brasília, e precisei trocar de lugar algumas vezes para não ser afetada pelo mau uso da TOC. Um rapaz(?) insistia em sua TOC de caneta na mesa. Sabe? Aquelas pessoas que insistem em batucar em qualquer lugar com qualquer coisa? Urrrrrr! Daí pensei que o Orlandivo com sua TOC de chave, pudesse prestar este serviço à humanidade, criando normas e metodologias para as TOCs de chave, caneta e afins, tornando a nossa vida bem mais agradável e padronizada. Claro, tem que ter toda a parafernália burocrática, certificação, ISO não sei o quê, etc e tal, pro povo valorizar. Imagina que um monte de aspone poderia ganhar um dim-dim honesto com suas TOCs ritmadas.
E aí, Orlandivo?!


Segunda-feira, Maio 15

Os Maias

Este final de semana resolvi encarar o pesado legado dos Maias. É importante estudar os antepassados para entender algum comportamento padrão familiar, e assim se conhecer melhor. Foram 28hs e 4 min sentada na poltrona à luz da reflexão.

Que venham mais fins de semana como este!


Sábado, Maio 13

Francisco



Quinta-feira, Maio 11

Expo-Anões

Ontem fui na Expo-Anões, que aconte anualmente na Marina da Glória. O máximo! Além de nos decidirmos pela coleção de anões adequada para a nossa nova varanda, pudemos curtir o visual da Marina numa noite fria, regada a vinho e salmão.

Que venham mais noites como esta!


Quarta-feira, Maio 10

Cuidado com a Jaca!

Cidadãos cariocas que utilizam o Alto da Boa Vista hastiaram a bandeira contra a Jaca, este fruto pesado e gosmento que é comum a região. Motivados pelos inúmeros acidentes que ocorrem no verão ao longo da estrada, manifestantes reivindicam da Prefeitura providências contra os frutos, que caem sobre os inocentes automóveis que seguem pela via ao encontro do mar limpo durante os meses de dezembro a fevereiro.

Já em Oswaldo Cruz a jaca é motivo de orgulho. Participei dias atrás da Festa nacional da Jaca fora de época. A festa é promovida por uma empresa que está comercializando o dim-dim de Jaca, o famoso sacolé ou chupe-chupe como é também conhecido. O projeto tem como objetivo difundir nos cariocas o gosto pela Jaca, este fruto pesado e gosmento.

Salve a Jaca!







Terça-feira, Maio 9

As velas ardem até o fim

Aliás, ler a crônica feminina de Inês Pedrosa tem me deixado um tanto angustiada. Os títulos comentados em suas crõnicas não foram editados por estas bandas. Outro dia paguei mico na Livraria Dom Quixote no aeroporto de Brasília: cheguei na loja com uma relação de livros, e começei a enumerá-los para o vendedor. Não tinha nenhum deles. Daí o vendedor pega a minha listinha, e verifica os títulos e a editora, que me dei ao trabalho de anotar, disse que a Livraria nada tinha a ver com a editora Dom Quixote. Ai. Fiquei vermelha, e saí.

Não é instigante o título do livro de Sándor Márai: "As velas ardem até o fim"?

[Editado: Soube que o livro "As velas ardem até o fim" foi editado no Brasil como "As Brasas"]



Em Oswaldo Cruz ou Mendonça: tanto faz!
Semi-fechei a casa pela zilhézima vez. E tive vontade de escrever tantas vezes, e desisti. Tive vontade escrever quando N. pediu demissão, por exemplo. E me senti um pouco fracassada, com a primeira baixa na equipe justo no mês que completava um ano frente à ela. Tive vontade de escrever para contar uma pequena felicidade, um pequeno achado, através do jornal português Expresso. Encontrei a coluna onde escreve a jornalista-romancista Inês Pedrosa, na revista Única. Uma recompensa por todos os domingos de Martha. A coluna é paga, e a felicidade durou menos que uma mordida num muffin de chocolate. Tive vontade de escrever a história de um Fusca azul real-imaginário. Tive vontade de escrever sobre o Guilherme de Brito. Tive vontade de comentar que vi e gostei do filme "Lucia e o Sexo". Tive vontade de escrever um zilhão de vezes, e desisti.
* * *
Sonia me trouxe de volta aqui. Sonia me faz sentir com a honra, de filha traída, lavada. Mesmo tendo a minha fidelidade a este sentimento esgotada. Outro dia li o livro de Sonia numa livraria. Quase até a metade, mas o deixei por lá, embora ainda o tenha carregado comigo por mais um tempo. Há livros que não te deixam. E outro dia recuperei a vontade de tê-lo, depois de assistir "Escravas do amor", uma montagem dum escrito de seu pai. Nunca mais Nelson será o anjo pornográfico. Nelson será sempre o pai de Sonia.
* * *
Neste momento me incomoda menos que l. acompanhe a minha novela, que a vontade de escrever qualquer bobagenzinha aqui. De qualquer forma l. só lê o que lhe é permitido.
* * *
Às vezes preferimos ficcionalizar os fatos, e os fatos não tem lá toda esta importância.
* * *
Um gosta de waffle com mel e outro de waffle com calda de chocolate, convivem com harmonia suficiente para reger uma pequena orquestra de sentimentos. Isso importa bastante.
* * *
As formigas estão no armário, não descobriram ainda que escondo o açúcar no peito, ou estão mesmo intencionadas em colecionar azedos ?
* * *
Sabe, os fatos realmente não importam. Num Festival de Jacas em Oswaldo Cruz[aqui não há verossimilhança: as jacas são frutos do verão!], numa visita à torre mais famosa do mundo, ou num juri de corrida de caranguejos em Magé, ou então colhendo uvas em Mendonça. Os fatos realmente importam pouco. Entre uma prateleira de supermercado e uma vitrine Louis Viton pode não haver diferença alguma.



This page is powered by Blogger. Isn't yours?